IPCC informa primeira minuta do Relatório Especial sobre Mudança do Clima e terra

O Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) informa que a primeira minuta do Relatório Especial sobre Mudança do Clima e terra (SRCCL) será disponibilizada para revisão por especialistas entre os dias 11 de junho e 5 de agosto de 2018.

O IPCC destaca que a revisão por especialista é elemento chave para o processo de avaliação, ao garantir equilíbrio e acesso aos principais estudos recentes sobre o tema. Os especialistas interessados em participar da revisão devem se inscrever até o dia 29 de julho próximo por meio da página:https://www.ipcc.ch/apps/comments/srccl/fod/register.php

Os principais tópicos abarcados pelo relatório são: a mudança do clima; a desertificação; a degradação do solo; o manejo sustentável do solo; a segurança alimentar; e o fluxo dos gases de feito estufa nos ecossistemas terrestres.

 

Sendo assim circulamos a chamada à colaboração para o relatório especial do IPCC.


Que Futuro Queremos?

suzana ent valorArtigo hoje do Valor Econômico "Que futuro queremos?" escrito pela Profa. Suzana Kahn (COPPE/ UFRJ - Coordenadora Executiva do Fundo Verde UFRJ e Presidente do Comitê Científico do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas) e pelo Dr. Carlos Nobre (pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP e Sênior Fellow do WRI Brasil) trás uma reflexão sobre mobilidade elétrica, inovação tecnológica para os veículos elétricos e baterias (2ª vida para armazenamento de energia) e infraestrutura necessária no médio e longo prazo para que o país avance no tema.

"O mundo está em profunda e rápida transformação e as nações que almejam o progresso precisam se antecipar às mudanças. Em termos de mobilidade, inovações tecnológicas em forma de eletrificação estão mudando a maneira como nos locomovemos."


O Espaço da Mobilidade como Projeto

Seminário Internacional franco-latino-americano
(inscrições pelo email: mobilidade.cidade.ufrj@gmail.com)

7 de junho de 2018 – quinta-feira
9h30 às 17h
Auditório Paulo Santos (4to andar, Prédio FAU/Reitoria, Campus da Ilha do Fundão)

Organizadores: Laboratório de Urbanismo e Ambiente do Programa de Pós-graduação em Urbanismo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LAURBAM-Prourb/FAU-UFRJ), Instituto Cidade em Movimento-VEDECOM, FURBAN.

Apoiadores: Cooperação Regional Francesa – Embaixada da França no Brasil, Consulado da França no Rio de Janeiro, Michelin, Transdev, PSA.

9h30 – Abertura

• Andrés Borthagaray, Instituto Cidade em Movimento América Latina
• Mireille Apel-Muller, Diretora Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM Paris
• Fabiana Izaga – Prof. Prourb / FAU-UFRJ
• Margareth Pereira, Prof. Prourb / FAU-UFRJ
• Angélica Alvim, Diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
• Prof. Andrea Queiroz Rêgo, Diretora da FAU-UFRJ.
• Damien Gairin-Calvo – Adido de Cooperação Técnica no Departamento de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França

10h – 12 h Mesa-redonda #1
“PASSAGENS NA CIDADE CONTEMPORÂNEA: EXPERIÊNCIAS DIDÁTICAS E CONCURSOS DE ARQUITETURA. A PEQUENA ESCALA QUE MUDA (QUASE) TUDO E RÁPIDO”

Introdução
• Daniella Urrutia – Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo (Universidad de la República – Montevideo)

Mediação
• Fabiana Izaga – Prof. Prourb / FAU-UFRJ

Participantes
• Yuna Conan, Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM
• Luiza Andrada, Diretora do Instituto Cidade em Movimento Brasil
• Rosanna Forray, Laboratório de Cidade e Mobilidade, FADEU, Pontificia Universidad Católica de Chile.
• Carles Llop, Escuela Técnica Superior de Arquitectura del Vallés (Universitat Politècnica de Catalunya, Barcelona)

Fila 0: comentários de abertura do debate
• Joaquim Redig, Designer, PUC – Rio ;
• Andrea Gutiérrez, CONICET, Instituto de Geografia (Universidad de Buenos Aires); Diretora, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
• Andres Borthagaray, IVM AL.

14h30-16h30 Mesa-redonda #2
“AS CIDADES UNIVERSITARIAS, O LUGAR DO CAMPUS NA CIDADE E OS ESPAÇOS DA INOVAÇÃO”

Introdução
• Daniel Kozak – Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo (Universidad de Buenos Aires)

Mediação
• Guilherme Lassance, Prof. Prourb/FAU-UFRJ

Participantes
• Valter Caldana, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo)
• Yency Contreras, Instituto de Estudios Urbanos (Universidad Nacional de Colombia)
• Juan Carlos Dextre, Diretor do departamento de engenharia, Pontifícia Universidad Católica del Perú
• Andrea Santos Gerente Escritório de Projetos do Fundo Verde da UFRJ

Fila 0: comentário de abertura do debate

• Angélica Alvim, Diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
• Bernardo Navarro, Universidad Autónoma Metropolitana, Xochimilco
• Mireille Apel-Muller, Diretora do Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM

Mais informações: www.cidadeemmovimento.org

enováveis sobem na matriz global (mas não fazem nem cócegas nos fósseis)

Relatório Ren21 mostra crescimento de 0,2 ponto percentual na fatia das modernas energias limpas no consumo final de energia, ritmo incompatível com o Acordo de Paris

Vamos primeiro às boas notícias: a instalação de energias renováveis bateu mais um recorde no mundo em 2016. Setenta por cento de toda a energia elétrica instalada no planeta veio de fontes renováveis. Somente em painéis solares foram 98 gigawatts, ou sete Itaipus. Alguns países do mundo, como o Uruguai e a Dinamarca, extraem de 30% a 50% de sua eletricidade de placas solares ou turbinas eólicas. Entre 2007 e 2017, a capacidade instalada em renováveis mais do que dobrou globalmente.

Tudo somado, porém, essas energias não fazem nem cócegas no petróleo, no carvão e no gás natural, o trio parada dura dos combustíveis fósseis. As chamadas “novas renováveis”, ou seja, que excluem a lenha e o carvão vegetal queimados por populações pobres no mundo, ainda respondem por míseros 10,4% do consumo total de energia da humanidade – uma elevação de 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior. E isso incluindo hidrelétricas, que são renováveis, mas nem sempre sustentáveis.

Já as fósseis, por uma série de circunstâncias que atendem pelo nome de “crescimento da Ásia”, subiram de 78,4% para 79,5% da matriz. Permanecem teimosamente no patamar de 80% do consumo de energia. Precisam chegar a zero em algum momento dos próximos 30 anos se o planeta estiver falando sério sobre evitar a “mudança climática perigosa”, tal qual preconizado pelo Acordo de Paris.

Os números vêm do Ren21, o relatório anual sobre o estado da disseminação das renováveis no mundo, publicado nesta segunda-feira (4).

Segundo o relatório, o crescimento das renováveis vem sendo “irregular” entre os setores: enquanto seu crescimento na produção de eletricidade é irrefreável, devido à queda dos preços e à incorporação de novas tecnologias, os setores de aquecimento, refrigeração e transportes seguem adotando renováveis abaixo do potencial. Estes últimos têm apenas 3,1% de renováveis – em sua quase totalidade, biocombustíveis –, em que pese o rápido crescimento do mercado de carros elétricos, cujas vendas subiram 58% em 2017 em relação a 2016.

Leia mais em Observatório do Clima.

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