Deadly India Heat Wave Temperature Reaches 123 Degrees in Second-Driest Pre-Monsoon Spell in 65 Years

A deadly heat wave has sent temperatures above 120 degrees in northern India, triggering heat stroke and warnings of water shortages, as the country experiences its second-driest pre-monsoon spell in 65 years.

The Rajasthan desert city of Churu recorded a high of 123.4 degrees Fahrenheit (50.8 degrees Celsius) Saturday, according to the Indian Meteorological Department (IMD), as reported by the Times of India. It was the highest temperature on record for Rajasthan state, where many locations topped 115 degrees over the weekend.

Three years ago, on May 19, 2016, Phalodi in Rajasthan was the site of India's record-hottest temperature of 123.8 degrees Fahrenheit (51 degrees Celsius).

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Aquecimento global pode ser catastrófico para o Brasil, alertam cientistas

O Brasil deve esforçar-se para cumprir as metas acordadas no âmbito do Acordo de Paris, e manter seu protagonismo nos esforços multilaterais visando mitigar os efeitos danosos do aquecimento global. Este foi o consenso na reunião conjunta das Comissões de Relações Exteriores (CRE) e de Meio Ambiente (CMA) nesta quinta-feira (30), com renomados cientistas brasileiros que pesquisam as mudanças climáticas.

Impacto total

Para o biofísico Carlos Nobre, que atua junto à Universidade de São Paulo (USP) e também é membro da Academia de Ciências dos EUA (em inglês: NAS), praticamente todas as regiões brasileiras serão inviabilizadas sócio-economicamente, caso a temperatura média mundial aumente 5ºC até o final do século, que é o que pode ocorrer se nada for feito para reduzir as emissões de CO2.

O biofísico chamou a atenção ainda para a possibilidade do Brasil passar a sofrer mais com eventos extremos relacionados a períodos de seca ou de chuvas, respectivamente nas regiões Nordeste e Sudeste. Condições extremas destes fenômenos já vêm se manifestando com uma freqüência muito maior nos últimos anos, e estes extremos podem tornar-se o "novo normal" nestas regiões.

— A situação do Nordeste é muito preocupante. A seca entre 2012 e 2018 foi a mais longa da história, e estas medições são feitas desde o período do Império. A região já vive um período de aridização, por exemplo, no norte da Bahia — avisou Nobre.

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O PAPEL DA CIÊNCIA NAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E NA IMPLEMENTAÇÃO DOS ODS

abcO Acadêmico Paulo Artaxo é um dos cientistas brasileiros mais citados no mundo. É professor titular de física ambiental da Universidade de São Paulo (USP), tendo trabalhado também na Universidade de Harvard (EUA) e nas universidades de Lund e Estocolmo (ambas na Suécia), assim como no Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA (EUA).

Atua intensamente no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), sendo autor principal de diversos relatórios do grupo. Atua, ainda, no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, da Academia Mundial de Ciências (TWAS) e da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês). Recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Estocolmo (2009), na Suécia, e o Prêmio Almirante Álvaro Alberto, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (2016). Seu foco de pesquisa é em mudanças climáticas e no papel dos aerossóis no clima e no ecossistema amazônico.

Em sua conferência na Reunião Magna da ABC 2019, em 16 de maio, no Museu do Amanhã, ele abordou os fortes vínculos entre o clima e a implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODSs). Artaxo explicou que o ser humano está mudando o mundo muito depressa e em diversos aspectos. Isso, certamente, está impactando nossa sociedade.

Homem & clima ou homem x clima?

A era humana, chamada Antropoceno, é o tempo em que os humanos e sua civilização tornaram-se a maior força geofísica no planeta.  E neste tempo, as fronteiras do planeta vêm sendo ultrapassadas – já o foram com relação ao clima, à integridade da biosfera, ao desmatamento e aos fluxos biogeoquímicos, especialmente pelo uso de fertilizantes. “É preciso que seja estabelecido um espaço seguro para os humanos”, apontou o cientista.

Os humanos vêm deixando marcas de destruição. Um levantamento recente realizado pela ONU compilou 15 mil estudos para retratar a dimensão da devastação ambiental decorrente da civilização. O retrato está nas imagens a seguir.

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Frio intenso, calor extremo, chuvas fortes e ventanias. Em 10 anos, Rio Preto teve uma série de eventos

rio-preto-reportagem

Ondas de calor intensas, períodos longos de secas, incêndios florestais, tempestades severas e chuvas volumosas. Moradores de Rio Preto e região já presenciaram todas essas situações nos últimos dez anos, mas a pergunta que fica é: será que tudo isso é consequência das mudanças climáticas?

Segundo Andréa Santos, professora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), e secretária executiva do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC),apesar de serem poucos os estudos para avaliar a vulnerabilidade da cidade e região de Rio Preto, conclui-se que existe uma relação direta na forma como alteramos o meio ambiente local com os impactos das mudanças climáticas.

Ela destaca que a urbanização desordenada, o desmatamento total ou parcial de florestas para culturas agropecuárias e emissões de gases poluentes das indústrias e dos automóveis contribuíram para aumentar a intensidade dos eventos climáticos já presenciados em uma década não só na cidade, mas também na região. “Temos a variabilidade natural do clima, contudo, a mudança climática de origem humana vem acelerando a curva de aquecimento do Planeta de forma assustadora. As consequências podem ser sentidas no Noroeste paulista na forma de intensas ondas de calor, tempestades com alto volume de pluviosidade ou, até mesmo, períodos longos de secas, influenciando a quantidade e a qualidade dos recursos hídricos disponíveis para o abastecimento das cidades”, informa.

O professor aposentado e biólogo da Unesp de Rio Preto, Arif Cais, também defende a ideia de que o desmatamento e a poluição, associados à urbanização não planejada, estão influenciando o clima local. Considerando a maior cidade da região, o professor destaca que a falta de áreas verdes no perímetro urbano propicia um ambiente que potencializa os efeitos das mudanças climáticas. “O município é uma verdadeira ilha de calor pela falta de verde. Com a acentuada
mudança climática mundial, sentimos, cada vez mais, a influência do desconforto que as altas temperaturas causam, associadas à poluição atmosférica promovida pela queima de combustível fóssil, que também emana para a atmosfera micro particulados nocivos à saúde”, enfatiza. Para diminuir esses impactos em Rio Preto e nas cidades da região, são necessárias políticas públicas eficientes e o reconhecimento por parte do poder público de que a mudança climática é real.
“Em questões ambientais devemos sempre mostrar o nosso inconformismo e lutar para que haja mudanças para se evitar o caos que se aproxima”, 
pontua Arif.

 

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